sexta-feira, 28 de maio de 2010

Concerto pelo Grupo Coral Feminino do conservatório do Vale do Sousa

Concerto pelo Grupo Coral Feminino do conservatório do Vale do Sousa

No âmbito da Comemorações do Centenário da Republica, vai ter lugar um concerto pelo Grupo Coral Feminino do Conservatório do Vale do Sousa, no dia 02 de Junho, pelas 12:15 horas , no Atrio da Escola.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Presidentes da 1ª República pelos alunos do básico

No interior da biblioteca foi montada, na semana de 10 a 15 de Maio, uma exposição de trabalhos de retrato e biográficos dos primeiros presidentes da República Portuguesa feitos com recurso à biblioteca da escola. Os alunos fizeram pesquisas sobre a vida e a obra de algumas figuras da presidência da Primeira República Portuguesa que foram marcantes na História de Portugal.


Integrada na “Comemoração do Centenário da República 1910 – 2010″ esta mostra é da responsabilidade dos alunos do básico, da professora de História, Lara Adriano.
Parabéns aos alunos e à professora!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Lousada: Dr. Mário Soares na abertura do Centenário da República


Na sexta-feira, dia 23, pelas 21H30, no Auditório Municipal, realizou-se uma conferência sob o tema “República e liberdade”, proferida pelo Dr. Mário Soares. Esta iniciativa marcou o início das comemorações do centenário da República em Lousada organizadas pela Câmara de Lousada em colaboração com a Escola Secundária.




 
 A Escola aproveitou o momento para oferecer ao antigo Presidente da República uma edição especial da medalha comemorativa dos "25 anos". A Nova Oficina de Teatro e Coral de Lousada, constituída por alunos, ex-alunos, encarregados de educação e professores da Escola, interpretou o Hino da Escola e o tema “Acordai” de Lopes Graça e José Gomes Ferreira.
 

Estão previstas mais três conferências de forma a contextualizar historicamente a implantação da república, analisar a evolução das competências e atribuições das autarquias locais e ainda dar a conhecer algumas das consequências desta mudança em Lousada, com especial enfoque para as alterações toponímicas e para os principais acontecimentos que se sucederam pós 1910.

(Links do Youtube com a conferência na integra):




Retirado e adaptado em: http://valedosousa.blogs.sapo.pt/943974.html e sitio da Escola Secundária de Lousada

quarta-feira, 28 de abril de 2010

O Ensino Primário na Primeira República


A República prometera muito, mas não fora capaz de alcançar a estabilidade suficiente para cumprir as suas promessas e abrir Portugal ao progresso, ao desenvolvimento. Uma das promessas republicanas prendia-se com a reforma do ensino. Esta reforma começou pela instrução primária, por ser através dela que se procurava conseguir a transformação mental do país.

A reforma do ensino primário foi publicada por decreto de 29 de Março de 1911. Segundo esta reforma, o ensino primário seria dividido em três escalões: o elementar, o complementar e o superior.

O elementar era obrigatório para todas as crianças de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os sete e os catorze anos. Os outros escalões eram facultativos.

O ensino primário elementar tinha a duração de três anos, dos sete aos nove anos, e tinha quatro grupos de intenções: literárias, científicas, artísticas e técnicas. O primeiro grupo incluía a Leitura e a Escrita, Noções de Geografia e Educação Social, Económica e Civil; o segundo grupo, as quatro Operações Aritméticas, o Sistema Métrico, Geometria Elementar, notícias dos produtos comuns da natureza e conhecimentos dos fenómenos naturais mais vulgares; o terceiro grupo, Desenho e Modelação, Canto Coral e dicção de Poesias; o quarto grupo, Higiene, Ginástica, Jogos, Trabalhos Manuais e Agrícolas.

O decreto previa que em Agosto de cada ano, as Juntas de Paróquia tivessem a obrigação de efectuar o recenseamento de todas as crianças em idade escolar, nas respectivas freguesias, incorrendo em multas se o não fizessem. Por sua vez, os pais eram obrigados a apresentá-los às matrículas.

A par das escolas oficiais, o Estado admitia as escolas particulares.

A exigência do recenseamento das crianças em idade escolar tinha como objectivo combater o analfabetismo.

Findo o ensino primário elementar, e se a criança não quisesse prosseguir os seus estudos, havia a frequência do ensino primário complementar, com duração de dois anos, dos dez aos doze anos. Tratava-se de uma frequência facultativa e gratuita. Ao ensino primário complementar, a que se seguia o ensino primário superior, igualmente facultativo e gratuito, com a duração de três anos, dos doze aos catorze anos, e em regime de coeducação.

O governo republicano acreditava que podia resolver algumas das questões de fundo do ensino primário através da descentralização do ensino, da melhor preparação científica e pedagógica dos professores primários e da melhoria das suas condições económicas. Apesar da descentralização, o ensino primário continuou a correr mal.

Por decreto de 10 de Maio de 1919, estabeleceu-se uma solução intermédia que atribuía a gestão dos serviços do ensino primário a Juntas Escolares. Inicialmente, teve o apoio dos professores, mas tratou-se de uma solução que durou pouco, uma vez que por decreto de 12 de Maio de 1922, foi determinada, pelo menos em parte, a sua dissolução.

A reforma do ensino primário de 29 de Março de 1911 foi sofrendo alterações ao longo dos anos, acabando, mesmo, por ser substituída por outra, datada de 10 de Maio de 1919. Esta foi, de igual modo, sendo alterada. A reforma de 1919 previa a obrigatoriedade escolar de cinco anos e não de três como fora estabelecido na reforma de 1911. O ensino primário e o complementar da reforma de 1911 fundiram-se num só, com a designação de ensino primário geral, de frequência obrigatória, seguindo-se-lhe o ensino primário superior. Algo estava a ser feito ao nível do ensino e no combate ao analfabetismo, mas a mobilidade e indisciplina partidária arrastavam consigo os governos que se sucediam, pondo em causa a exequibilidade de algumas reformas e o combate ao analfabetismo, um dos grandes atrasos que o país enfrentava.


Escola Tradicional



Sala de aula com mobiliário completo



Joaquim de Carvalho

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Exposição de ilustrações de t-shirts pelos alunos

Desde quando verde combina com vermelho?


A minha T-shirt da República tem como objectivo a criação de uma ilustração original para ser aplicada numa t-shirt que irá celebrar o Centenário da República. As t-shirts vencedoras (uma por escalão de ensino) poderão vir a integrar os produtos de merchandising do Centenário da República 2010.



Na biblioteca (ao longo desta semana) poder-se-á apreciar as ilustrações das t-shirts executadas pelos alunos do 7º C e D e 12º I, nas aulas de Educação Visual e Oficina das Artes do professor Alexandre Ribeiro, entre as quais se encontram também as seleccionadas e concorrentes a este concurso nacional.



Texto colhido/adaptado de Blog da Biblioteca da Escola

terça-feira, 23 de março de 2010

O Caminho-de-Ferro em Lousada


Centro de Louzada

A linha do Tâmega revelava-se insuficiente para as necessidades da população de Penafiel, Lousada e Felgueiras. Estes concelhos estavam isolados no progresso e nas comunicações. Não havia ainda o transporte rodoviário, só o caminho-de-ferro que era a ligação rápida da época. A 13 de Dezembro de 1908, nos Paços do Concelho de Lousada, com a sala repleta de interessados, o Sr. Visconde de Lousada, presidente da comissão central de Lousada para a subscrição de acções, salientou, em frase fluente, eloquente e persuasiva, as vantagens que a população do concelho teria na construção da via férrea.

Ponte de Ponterrinhos

Em Fevereiro de 1909, começavam os primeiros trabalhos para a organização da planta dos terrenos por onde devia passar o caminho-de-ferro. Em Lousada, a linha atravessava o concelho nas freguesias de Lodares, Nevigilde, Nespereira, Boim, Cristelos, Silvares, Nogueira, Alvarenga, Santa Margarida e São Miguel.

Ponte de S. Miguel

O projecto da construção da linha férrea dá entrada no Ministério das Obras Públicas a 28 de Março de 1909. Em Março de 1910, estavam concluídas todas as formalidades legais para a concessão se efectuar. O caminho-de-ferro podia começar a ser construído.

A 8 de Novembro de 1913, foi inaugurado o troço de Novelas a Lousada. O comboio, rebocado pela máquina «Lousada», chegou à Vila de Lousada por volta das 11 horas e o percurso fazia-se em 22 minutos.



Jorge Moreira, do 12º C

quarta-feira, 10 de março de 2010

VIDA QUOTIDIANA



Imagens recolhidas por Paula Sousa